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Relaciones peligrosas. Dinero y política en América Latina |
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| NUEVA SOCIEDAD
225 |
Enero / Febrero 2010 |
Que impacto tiveram as reformas em prol do mercado sobre a agricultura latino-americana? Que tipo de agricultura se desenvolveu e como será a sua evolução nos próximos anos? Que importância a agricultura tem para o crescimento da região e que impactos gera em termos sociais? Que modelo agrícola deveria ser desenvolvido? Com um visão ampla, esta edição de Nova Sociedade procura respostas a estas e a outras perguntas através da reflexão de especialistas no tema que, sem renunciar aos fundamentos técnicos, colocam o foco nos aspectos políticos e económicos da questão.
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| Mis Opinião: |
| Contornando o temporal. O impacto da crise mundial na região
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| Por Ignacio Labaqui(*) |
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América Latina tem sido, tradicionalmente, uma região muito vulnerável aos acontecimentos externos. Começando pelo próprio processo de independência, talvez uma consequência não desejada das guerras napoleônicas, passando pelo impacto político e econômico que ambas guerras mundiais tiveram na região, até o vínculo que muitos autores destacam entre as crises econômicas da década de 70 e o processo de democratização acontecido ao longo dos anos 80 , é evidente que choques políticos e econômicos exógenos costumam ter um profundo impacto na região.
Contudo, no caso da crise econômica que a economia mundial atualmente atravessa, podemos observar um ponto de fratura respeito desse padrão, especialmente ao comparar com anteriores episódios semelhantes. Sem dúvidas, a atual crise tem impactado na região mas, ao contrário de outras oportunidades, as consequências em termos políticos e econômicos foram mais moderadas.
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(*)Docente e pesquisador do Programa de Estudos da América Latina do Instituto de Ciências Políticas e Relações Internacionais (Universidade Católica Argentina) |
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| veja opiniões anteriores |
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Especais em portugues
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Especial en portugués |
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O Brasil na região |
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Durante décadas, o Brasil olhou com desconfiança para seus vizinhos latino-americanos. Isto se explica por vários motivos, desde sua dimensão própria de um país-continente e sua singularidade linguística e cultural até suas particularidades históricas, marcadas por diferenças cruciais em relação ao resto da região. Como resultado, o Brasil desenvolveu uma política não de isolamento, mas sim de distância em relação à vizinhança, que frequentemente deu lugar para a competição, sobretudo com a Argentina, e para um desconhecimento mútuo e persistente. Essa realidade começou a mudar em meados dos anos 80, com a recuperação das democracias. De fato, desde o fim da noite autoritária o Brasil iniciou uma estratégia de aproximação de seus vizinhos que se manifestou em diversas frentes. Nesse percurso, o Brasil foi consolidando sua influência no novo espaço – América do Sul no lugar de América Latina – que o afirma como potência regional indiscutível. O terceiro especial de Nueva Sociedad em português busca refletir sobre os diferentes aspectos da política regional do Brasil através da contribuição de uma série de autores latino-americanos.
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Brasil: a caminho da equidade |
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Pela primeira vez em seus 35 anos de existência, Nueva Sociedad lancou uma ediçao especial em português, apresentada no marco do 31º Congresso Anual da ANPOCS - a mais importante reuniao dos cientistas socais brasileiros - em Caxambu, Minas Gerais. Para debater as políticas brasileiras de reduçao de pobreza e difundir a ediçao foi organizado uma mesa-redonda com a participaçao de Teodoro Petkoff (Venezuela) e Vicente Palermo (Argentina), moderada por Marco Aurélio Nogueira (Brasil).
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Brasil no mundo |
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A decisão de dedicar da segunda edição especial de Nueva Sociedad em português à análise do papel do Brasil no mundo surge da idéia de que tratase do único país sul-americano capaz de desenvolver uma estratégia verdadeiramente global. O Brasil ocupa 47% da superfície da América do Sul, tem a metade de sua população e um PIB de 1,3 trilhões de dólares.Brasil não apenas exporta matérias-primas, mas também produtos de alto valor agregado, automóveis e aviões. Está construindo um satélite artificial, possui duas centrais nucleares, forças armadas com 350.000 integrantes e a reserva de água doce mais importante do planeta.
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